Domingo, 29 de Junho de 2008

Estou de mudança

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Estou de mudança.
Visite minha nova casa:
OhEremita

Felicidades!!!
T+

Domingo, 22 de Junho de 2008

Ser Forte

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Ser forte...
É preciso.
Nuvens espessas...
Uivante ventania...
Tormenta!

Os francos sucumbem.
Arvores tombam...
Prédios desabam...

Vazio...
Silêncio.
Calmaria...
Brisa leve.

Tremula doce raminho...
Alegre!
“Frágil...”




Copyleft © 2008 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

Domingo, 8 de Junho de 2008

Me tornei um Espírita

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Vejo à distancia meu grande amigo... a tempos não o encontrava.
Ele me cumprimenta sorridente:

“Meu amigão!”
“A quanto tempo!?”
“Tive noticias suas, fiquei bastante preocupado...”

Ora veja!

Notícias minhas?

“Confesso que não acreditei, pois sei que és um ateu convicto.”


Diga logo!

Quais notícias, afinal?

“Disseram-me que você se tornou Espírita!”

“Veja só!”
“Imagine... você pegando um Espírito!”
“Que coisa horrível!”

Rá rá rá rá!!!

Pegar um espirito?
Essa é boa.
Rá rá rá rá!!!

“Sábia que este absurdo era mentira.”

“Ufa!”
“Estou bem mais aliviado!”

Mas não é mentira!

Eu me tornei Espírita, lhe disseram a verdade.

“Tá brincando!?”


Não não, eu faço parte da Casa de Caridade Espírita Nosso Lar.


“Como assim?”

“Casa de caridade?”
“Quer dizer que você não vai a um Centro Espírita?”
“Nossa!”
“Ainda bem!”

Mas é um Centro Espírita!


“Santo Deus!”

“Então por que este nome?”

Porque o principal objetivo de todos os que participam daquela casa, elem de se instruírem é a caridade.

Ajudar a todo aquele que precisa.

“Mas, e os Espíritos?”


Há!

Os Espíritos!
Ah!
Eles estão por toda a parte.

“Santo Deus!”

“Nem brinque com isto!”

Por que?


“Ora, ora!”

“Eles são perigosos!”

Quem disse?


“Ora bolas!”

“Todo mundo sabe”

Hummmm!

Não são perigosos, são pessoas como eu e você.

“Tá louco!”

“Eles estão mortos!”

Engano seu, estão mais vivos que nós dois somados.

Não somos corpos físicos que possuem um Espírito, mas um Espírito que habita temporariamente um corpo físico, com o propósito de resgatar antigos débitos, se instruir e se elevar moralmente.

“Já ouvi falar disto... mas nunca acreditei muito.”


Os Espíritos nada mais são que as almas de pessoas que já desencarnaram. São seres eternos... imortais. Criados por Deus, na total ignorância e com o objetivo de evoluírem, se elevarem moralmente e intelectualmente, de forma contínua.

Por isso, quanto mais apegado às coisas materiais, mas tempo levará para atingir a elevação.

“Mas e os anjos e demônios?”


Apenas: bons Espíritos e maus Espíritos, nada mais.


“Interessante... mas agora devo ir.”

“Devemos conversar mais a respeito deste assunto.”

Sim sim!

Falamos depois.

“Até logo”




Copyleft © 2008 Síncero Zeferino Filho (OhEremita)

Terça-feira, 8 de Abril de 2008

As duas naturezas humanas

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A manhã me desperta.
As possibilidades me alegram.
As boas conquistas.
A alegria me leva ao bem.

No corredor...
Meu filho apressado.
Uma trombada!

Dois caminhos a seguir...

Nos xingarmos...
Então nos aproximar dos animais.

Transformar nossa trombada!
Abraço apertado...
Admiração...
Carinho...
Boas risadas.

Bons fluidos...
O caminho do bem.
Juntos das boas almas.

Felicidades!!!



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Sexta-feira, 21 de Março de 2008

Um nome bem esquisito

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Visitar meu tão querido amigo, Fabiano Antônio Ubiraja carinhosamente chamado de FAU. Ele mora em um condomínio ecológico, Passeios de caiaque, caminhadas, e longas conversas...

Numa destas ele me diz:
“Rapaz!”
“Andei lendo sobre aquele tal de software Livre, de que você tanto fala.”

Verdade?
E você Gostou das coisas que descobriu?

“Meu camarada!”
“Tem uns nomes bem esquisitos em!?”
“Um tal de Debian, vê só que nome mais estranho!”

Não acho não.
Você descobrir o que é este tal de Debian e a causa deste nome?

“Encontrei alguma coisa sim, mas não li tudo, ainda.”
“Se entendi corretamente, ele é o tal do Linux né!?”

Rá rá rá rá rá rá!
Conheço algumas pessoas que lhe tirariam a pele, só por ter dito que o Debian é o Linux.

“Que isso cara?”
“O Debian é o Linux!”
“Não é?”

Santo Deus!
Você ainda vai nos meter em confusão, dizendo estas coisas.
Rá rá rá rá rá rá!
Lembra que lhe falei do Patrick Volkerding?

“Sim!”
“Claro que me lembro!”
“Ele fez o Slackware!”
“Há!”
“Agora me lembro!”
“Tem vários Linux.”

Isso mesmo e o Debian é um deles.
O Debian foi criado por Ian Murdock e se chama Debian, por conta da junção entre “DEB” que é o inicio do nome de Debra, a então namorada do Ian Murdock, mais o primeiro nome dele IAN, assim temos Debian.

“Que legal cara!”

Mas ao contrário do Volkerding, ele criou uma comunidade em torno do Debian.

Hoje são mais de mil desenvolvedores, devidamente cadastrados, certificados e com acesso a seus servidores e outros tantos que colaboram mas ainda não são registrados. O que nos dá mais de dois mil desenvolvedores, espalhados mundo afora. Cuidando de um conjunto de mais de vinte mil programas diferentes.

“Nossa!”

“É um projeto gigantesco em?”
“E no Brasil tem algum desenvolvedor Debian?”

Claro que temos!

Um deles é uma lenda viva.

“Dá arrepios, só em pensar”

“Será que o Murdock, um dia pensou, que seu Debian chegaria tão longe?”



Agradeço a: Felipe Augusto van de Wiel (faw) por sua preciosa ajuda.

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Quarta-feira, 19 de Março de 2008

Um sonho que tive esta noite

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Num futuro...
Robôs se digladiando.

Partes de uns sobrevivem...
Executam a ordem máxima!
Se juntar a outras...
Formar uma nova máquina...
Continuar a luta.

Um deles descobre uma chave.
A ordem escondida...
Secreta!
Enterrada em seus circuitos.
Corajosamente!
Envia aos outros...

Executar a ordem 555.
“Destruir os chips de guerra”
O mundo se cala...

A união, do bem que resta.
Tecnologicamente em paz...



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Domingo, 9 de Março de 2008

Nossos tataravós sabiam mais que nós

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Quando meus tataravós aqui chegaram, foram trabalhar na roça, pequeno pedaço de terra, onde produziam gêneros agropecuários. Tanto para seu sustento quanto para venda. Este último se destinava basicamente, a aquisição de bens que não podiam produzir.

É comum ouvir que a sociedade naquela época, dava certo e hoje em dia, está tudo errado. Não é difícil perceber a causa deste acerto do passado, que hoje não mais existe.

Meu tataravô, como todos os que viviam naquela época, entendia da plantação, mas também conhecia carpintaria, para construção de sua casa, dos remédios caseiros, para cuidados com os animais. Também conhecia bem os processos que hoje chamaríamos industrialização, como a produção de carne de sol, defumados, queijo. Além de produzir as selas usadas nos cavalos, as carroças mais simples usadas nos transportes.

Já minha tataravó, sabia fazer tecidos a partir do algodão ou da lã. Também era costureira.

Na pratica eles viviam em pequenas comunidades, onde existia um especialista em cada uma destas atividades, mas todos conheciam mais que o básico sobre cada uma delas. Ou seja: mesmo com a distancia dos grandes centros, tinham o conforto básico da época e todos sabiam, como cada coisa funcionava.

O que me dizem dos nossos dias? Andamos em um carro que não temos idéia de como funciona, vemos uma TV que desconhecemos. Do nosso pobre computador, nem quero comentar. Ninguém quer fazer o menor esforço, para entender algo sobre o programa que usa em seu computador. E quando alguém que entende do assunto diz algo, recebe a resposta clássica, “Não me interessa como esta joça funciona, eu quero apenas que faça o que mando”.

Ora Ora minha gente!

Saber não ocupa lugar! Entender o funcionamento de algo, não nos levará a morte.

Vivemos sem saber o que se passa a nossa volta. E tudo o que se aprende nas escolas é o que primeiramente deve ser esquecido, ao iniciarmos nossa atividade profissional. Um tanto contraditório não acham?

Dizem que falo dimais. Por estes textos podem ver que isto não é de todo mentira. Faço assim por acreditar, que temos uma responsabilidade com a sociedade em que vivemos e tudo o que sei, procuro ensinar aos outros é o mínimo que posso fazer. Tive tantos que me ensinaram, acredito que devo retribuir.

Que a sorte nos traga forças, para mudarmos o mundo!


Copyleft © 2008 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)