sábado, 3 de novembro de 2007

Tecnologia X Ciência

Entendo as produções humanas, como oriundas de apenas duas correntes distintas: da ciência e da tecnologia.

Vejo a ciência como o inicio de tudo. O método mais adequado à prospecção. A dedicação apaixonada e sem tréguas, daqueles que a fazem. Em todas a áreas das atividades humanas, temos uma ciência puxando a fila.

A tenologia, eu percebo como o resultado final das descobertas cientificas. Uma série de pequenos “fenômenos” naturais, se materializando em conjunto, sobe o “corpo” de um dispositivo. Um milagre concretizado pelas mãos humanas. Algo impensado em tempos anteriores. Coisa corriqueira nos dias de agora. Aquilo que será usado, pelos que se dedicam a outras áreas.

Acredito piamente que nosso caminho em direção à ciência, passa antes pela tecnologia, pois ela está mais próxima do mundo real. Por isso mesmo tenho a crença, de que nossa estrutura de ensino não pode mais continuar a ensinar ciência pura e principalmente a cobrar tantos resultados dos alunos. Haja visto que a ciência depende de um conhecimento bastante profundo, daquela área a que pertence. Adolescentes são seres humanos com seu conteúdo ainda em formação. Não sabem que caminho seguir, a qual área se dedicarão. Como podemos esperar que tenham conhecimentos profundos, em todas as áreas simultaneamente? Já que a escola se propõe a ensinar todas elas, ao mesmo tempo.

Imagino que se ensinarmos primeiramente a tecnologia, estaremos preparando profissionais que poderão chegar às altitudes inimagináveis, da ciência de suas áreas de atividade. Pois dominarão todo o conteúdo da tecnologia humana.

Estamos na terceira geração, após o advento da tecnologia dos computadores pessoais e todos o dias nos deparamos com profissionais que não sabem usá-la. A ciência pura que “aprenderam” na escola de nada serviu.

Copyleft © 2007 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

domingo, 2 de setembro de 2007

Palestra sobre BrOffice - Writer na UFMG

No dia 30 de agosto de 2007, ministrei uma Aula-palestra, como Coordenador do projeto Escritório Aberto – BrOffice.org, para a turma Oficina de texto: escrita acadêmica LET034-N4 – UFMG, da prof. Ana Cristina Fricke Matte, sobre a Comunidade BrOffice e sobre a possibilidade de colaboração de lingüístas nos trabalhos do grupo. Após a palestra, workshop sobre o BrOffice Writer.
A professora Ana Cristina Fricke Matte é coordenadora do Grupo SEMIOFON e do projeto Texto Livre, que é um projeto de suporte à documentação em Software Livre, diretamente ligado à revista científica online Texto Livre, da UFMG, e apoiado pelo grupo de pesquisa em ciência e tecnologia de fala Semiofon. Neste projeto os alunos da Oficina de Textos, escrevem numa situação real de comunicação, onde a escrita é imprescindível.
A intenção da Professora com esta palestra é fornecer um treinamento sobre o BrOffice – Writer, que se torna o aplicativo padrão para edição de textos, por estes alunos, assim todos os trabalhos deverão ser entregues a partir de agora, no formato .odt.
Durante a palestra notei, através da interação com os alunos, um total desconhecimento sobre Software Livre, fazendo disto uma amostragem sobre pessoas de áreas cujo computador é apenas uma ferramenta. Sugiro que palestras dirigidas a esse público façam uma breve introdução ao assunto Software Livre.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Pensando sobre o ato de estudar


Todos nós temos lembranças dos filmes que já assistimos, mesmo aqueles dos quais não apreciávamos o tema, entretanto não conseguimos lembrar das aulas que tivemos na escola, mesmo quando o tema era de nosso agrado. Imagine se a escola tornasse o ato de estudar tão agradável quanto o de assistir a um filme.

A tecnologia empregada na produção do filme, leva em conta todos os nossos sentidos e nos coloca “dentro” dele, acredito que seus “produtores” querem o sucesso, também acredito, que os “produtores” da escola deveriam desejar seu sucesso.


Os mestres antigos: Gregos; Indus; Chineses... tinham apenas a palavra e a utilizavam com maestria, eram idolatrados pelos discípulos. Estas palavras ecoam até os dias de hoje, milhares de anos depois.


Os medievais tinham a lousa, o giz, e a opressão, eles as utilizavam com tal interesse, que cegaram a maioria de seus “alunos” e criaram a escola, um verdadeiro posto de inspeção, testes, testes e mais testes. Para onde terão indo, os grandes mestres? Terá o ensinamento evaporado? O conteúdo teria exaurido?

Hoje temos a “tecnologia”, efeitos especiais, podemos criar dinossauros como se fossem de verdade, naves espaciais, mundos imaginários, gerras cataclísmicas (ainda não intendo a razão de criar guerras).

Penso que se usarmos nossa capacidade e transformarmos nossa escola, de inspetora para orientadora, e a tecnologia das artes cênicas, mais notadamente o cinema, para ensinar aos nossos filhos, poderemos dar mais um passo rumo a uma civilização...




Copyleft © 2007 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

domingo, 25 de março de 2007

Cálculo dos preços de nossos serviços

Seja honesto, você também tem uma grande antipatia por aquele “economês” exposto na mídia todos os dias, para explicar a ineficiência da economia Brasileira, não é mesmo? Trago para você uma notícia boa e outra má.

A má noticia é que eles nunca vão falar nossa língua. Que chato não?. A boa noticia é que para formar nossos preços, não teremos de entender a língua deles. Basta observarmos mais atentamente aplicar alguns procedimentos.

Primeiramente não somos nós que fazemos o preço do nosso trabalho. Quem diz o preço que poderemos cobrar por aquilo que fazemos é o mercado. Não adianta cobrar por um carro popular o preço de um carro de luxo. Pois ninguém comprará. Sendo assim, para que devemos calcular o preço, se no final é o mercado quem vai ditar esse preço? Simplesmente porque precisamos saber, se cobrando aquele preço de mercado, conseguiremos pagar as despesas e ainda, ter algum lucro.

Olha só que moleza! Basta saber:

Quais nossas despesas, em determinado período?
Quanto serviço poderemos fazer naquele período?

Para realizarmos nosso trabalho consumimos materiais, que são todos os objetos que adquirimos com propósito de utilização direta ou indireta nos trabalhos. Também consumimos serviços de outras pessoas ou empresas. Ainda temos várias taxas institucionais, inerentes aos nosos trabalhos.

Acredite!

Se fizermos uma lista de todas estas despesas que temos e as classificarmos, saberemos ao longo do tempo, quais delas estão altas ou baixas para podermos atuar sobre elas. Se por exemplo ao analisarmos as despesas, observarmos que o consumo de combustível está muito alto e que as contas de telefones estão baixas. Muito provavelmente estaremos andando muito para atender nossos clientes, quando poderíamos muitas vezes resolver o assunto por telefone.

Eis uma lista bem comum:

Salário de todas as pessoas (inclusive o seu);
Encargos sobre os salários;
Outras despesas com pessoal;
Materiais diversos;
Materiais de escritório;
Despesas com manutenção e reparos;
Fretes, carretos, motoboy, etc;
Impostos e taxas indiretos;
Depreciações dos equipamentos;
Despesas com veículos;
Despesas com treinamento e desenvolvimento;
Despesas com viagens;
Despesas legais e financeiras;
Despesas com propaganda e marketing;
Leaseng de equipamentos;
Honorários profissionais;
Associações de classe;
Telefones, taxas postais, internet, etc;
Aluguéis;
Seguros diversos;
Outras despesas;

Devemos nos lembrar sempre!

Não importa se somos um técnico autônomo, uma pequena empresa com alguns técnicos, ou mesmo uma grande empresa prestadora de serviços. Teremos todas estas despesas e até algumas mais, dependendo do serviço e da localidade.

Simples não?

Somamos as despesas;

Somamos as horas trabalhadas;

Dividimos o valor total das despesas, pela quantidade de horas trabalhadas;

Assim o valor do serviço será: o valor das horas necessárias para executa-lo, acrescido dos impostos e do percentual de lucro que queremos;


Veja bem!

Uma coisa é o nosso salário, que iremos apurar junto as despesas, outra coisa é o lucro.

O lucro é uma porcentagem do valor total do serviço.
Igualzinho aos impostos não é mesmo?
Ah! Se tivermos que pagar comissão a alguém, ela será cobrada assim também.

Outro detalhe importante, é a respeito das horas, que devem ser aquelas efetivamente trabalhadas! É comum usar 160 horas por pessoa por mês, para quem trabalha em tempo integral executando serviços. Se você é o dono de uma pequena empresa prestadora de serviços e também trabalha umas três horas por dia, executando serviços nos clientes, faça as contas: 3 horas X 20 dias = 60 horas (não venha com historias, pois sabemos que você não trabalha aos sábados, portanto são 20 dias. Sim senhor!).

Mais detalhadamente, no nosso preço hipotético temos:

10% de impostos;
5% de comissão;
10% de lucro;

Estes itens somam 25% portanto, os custos que apuramos pelas horas de trabalho (custo base), representam 75%, do preço final. Uma maneira usual de calcular o preço é dividir o custo base, pelo decimal equivalente ao percentual que ele representa (75% em decimal é 0,75). Por exemplo 10 horas de R$150,00 são R$1.500,00 que divididos por 0,75 e temos:

Preço final 100% =R$2.000,00;
Impostos 10% =R$200,00;
Comissão 5% =R$100,00;
Lucro 10% =R$200,00
Custo Base 75% =R$1.500,00

Se o cálculo nos der um preço acima do preço de mercado, ou tiramos fora o Lucro por exemplo (alguns trabalhos podem ser importantes por várias razões que justifiquem não termos lucro nele), ou diminuímos as despesas (Lembre-se! Tirar os itens de despesas da lista, ou atribuir valores baixos e continuar a tê-los na prática, o levará à falência).

Caso nada disto faça o preço ficar dentro do preço de mercado, então não adianta aceitar o serviço.

Por outro lado se o preço fica muito abaixo do preço de mercado, devemos inicialmente rever nossos cálculos, persistindo o preço abaixo do mercado, então podemos oferecer descontos extras, ou ter lucro extra.

Bem!

É isso aí!

Cobrando o preço correto e sabendo para onde vai cada centavo deste dinheiro, todos ficaremos felizes!

É isto mesmo!

Podemos usar aquela lista que fizemos, para distribuir o dinheiro recebido pelo serviço. Assim no final do mês, cada item de despesa terá sua verba reservada tranqüilamente.



Parabéns pela persistência de chegar até aqui.

Felicidades a você!



Copyleft (C) 2007 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

quarta-feira, 21 de março de 2007

Profissional X Amador

Ressalto que não tenho a intenção de realizar um trabalho cientifico a respeito de profissionalismo. Porem comento impressões cotidianas, que dão corpo ao conceito que cerca estas duas palavras.

Acredito por observações em mais de duas décadas de trabalho no chão de fábrica, que o amador apenas faz. Não presta a devida atenção naquilo que diz, quem o instrui ao iniciar uma nova tarefa. Também não observa aspectos importantes, da própria execução. Por fim não se preocupa com a conclusão daquele trabalho.

A palavra profissional tenta hoje, ser mais que uma descrição de um individuo habilitado a executar determinada função. Pois temos observado repetidamente, erros de grande magnitude cometidos por “profissionais”, com as mais importantes qualificações. Sendo simples de entender que frequentar um curso ou responder corretamente as questões de um teste, não faz um profissional. O profissional acima de tudo, deve ter uma profunda crença em procedimentos que o sempre conduzam, a uma conclusão adequada de seus afazeres, sob todos os aspectos.

Veja a importância extrema, de prestarmos atenção, em quem nos instrui naquilo que iremos executar. Pois ao entendemos exatamente o que fazer, estaremos dando o primeiro grande passo rumo a uma conclusão positiva do nosso trabalho.

Um bom planejamento é imprescindível a uma execução tranquila de um trabalho impecável. E não estou me referindo a horas e horas de mapas, tabelas e mais tabelas, gráficos intermináveis, mas simplesmente de uma ordenação de idéias, um roteiro mental do caminho a seguir.

Manter um histórico do nosso roteiro a medida que fazemos nosso trabalho, nos dá a possibilidade de refazer, caso seja necessário, qualquer tarefa que tenha sido executada com algum problema. Ou mesmo delegar alguma parte do trabalho a outra pessoa durante o processo, como um auxiliar por exemplo.

Acredito que o mais importante no entanto é não deixar passar uma operação, que não esteja bem resolvida. É muito comum quando uma operação tem um erro qualquer, o executor passar à tarefa seguinte com o pensamento, de que “na próxima operação eu resolvo estes problemas”, isto é a mais pura ilusão e serve apenas para tumultuar o trabalho, além de reduzir a qualidade do que produzimos. Problemas na execução do trabalho são como chamas, temos que atacar sua base, ou seja resolve-los no memento em que surgirem.

No fim das contas um amador segue ao sabor dos acontecimentos e um profissional por outro lado entende, planeja e acompanha, mentalmente cada operação do seu trabalho cotidiano.



Copyleft (C) 2007 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Software Livre

Os Softwares Livres são programas de computador, que trazem consigo o código fonte (uma espécie de projeto), mas como internacionalmente, o termo "Livre" é "traduzido" como Free (Grátis), e a maioria dos Softwares Livres é disponibilizada Gratuitamente, principalmente para uso pessoal então a maioria das pessoas generaliza para software gratuito. o que não é verdade.


Comparando-se com uma casa, o Software Livre é a casa que ao compra-la, você está comprando também o projeto, e pode até demolir ou reconstruir se quiser (por isto se diz livre), já o software proprietário é a casa que não vem com o projeto. Além do mais, você só compra o direito de usar, e usar sozinho, pois para cada nova pessoa, que o acompanhar, você terá de pagar novamente.


Tecnicamente seria o seguinte:


  1. O programador cria o programa, que nada mais é do que uma seqüência de tarefas, que o computador executará, para este programa cumprir sua função, como por exemplo um editor de textos. Esta lista de tarefas é escrita na linguagem de programação que o programador escolher, Python, Java, C++, etc e é um documento escrito em texto puro, chamado de código fonte.


  2. De posse do código fonte, o programador usa um programa chamado compilador (cada linguagem de programação tem o seu), que traduz este texto para linguagem de máquina, formando o programa executável, pronto para uso.


Quando você compra um software, proprietário, você está comprado apenas o direito de usar o programa executável. É como a casa sem o projeto, onde não se pode sequer, fixar um quadro na parede, por não saber se por aquele ponto, passa dentro da parede um cano d'água ou um cabo elétrico. E também por não ter permissão para isto, já que você comprou apenas, o direito de uso.


O software Livre, vem com o código fonte junto, e se você é um programador, ou uma empresa que o compra tem um programador, ele pode fazer alterações no programa, como quiser.


Outra coisa é que o tipo de licença de uso é livre, portanto, você pode utilizar a mesma cópia, para instalar em todas as máquinas que possuir e também fazer quantas cópias quiser, esta licença, algumas vezes, é chamada de Copyleft (trocadilho com Copyright).


Este tipo de software sempre existiu, mas com a proliferação do Software proprietário, ficou esquecido. Mas em 1991, um Finlandês chamado Linus Torvalds, criou um programa com a tecnologia do Unix (primeiro grande sistema operacional, criado no final do anos 60 por cientistas). O Grupo de desenvolvedores que se formou em torno dele, decidiu chamá-lo de LINUX, em homenagem ao Linus e ao UNIX. Ele o distribuiu aos seus amigos, estes foram fazendo modificações e melhoramentos, e redistribuindo, até os dias de hoje. Eles aproveitaram também o trabalho de um Americano chamado, Richard Stalman, que havia criado, oprojeto GNU com os módulos que complementeriam o Linux e a Free Software Foundation, com uma licença livre chamada GPL (General Public Licence), esta licença diz, que o trabalho foi realizado pelo autor fulano de tal e que você pode fazer quantas cópias quiser e redistribui-lo ou utilizá-lo em outros trabalhos, desde que mantenha o registro do nome do autor, e também distribua este trabalho resultante, sob a mesma licença.


Hoje temos um sistema operacional completo, e um conjunto de aplicativos, onde cada qual é mantido por um grupo de pessoas, que adoram programar e colaborar. A este conjunto de sistema operacional e aplicativos, se dá o nome de distribuição ou simplesmente distro. Hoje temos várias distros, algumas mantidas por voluntários e outras por empresas.


Slackware - mantida por uma única pessoa Petrik Volkerding, a mais antiga em atividade até hoje, eu a uso e gosto da filosofia de simplicidade que a norteia.
Debian - mantida por uma comunidade de mais de 2000 voluntários organizados, em torno da comunidade, muito estável indicada para empresas.
Kurumin - Brasileiro mantido por Carlos Eduardo Morimoto, muito bom roda direto do CD sem instalar na máquina, indicado para manutenção.
Suse, Red Hat, etc, são mantidas por empresas, com suporte técnico de alto nível.
Mandriva - surgiu da junção da empresa Francesa Mandrake, com a Brasileira Conectiva, excelente.


Temos também vários outros sistemas operacionais livres, todos com tecnologia do Unix e que podem ser instalados em PC:
FreeBSD - da Universidade da Califórnia.
OpenSolaris - da empresa Sun Microsystems.


Detalhe, todos estes sistemas sem exceção, são imunes a VÍRUS. Como os vírus são feitos para o outro sistema, seria como dizer palavrão em português, para um francês, não teria efeito.


Abaixo alguns links, para aqueles que querem um maior contato.


O mundo do Software Livre:


O Aplicativo favorito - BrOffice.org
O nosso grande navegador de internet - Mozilla Firefox
As noticias, no mundo do Software Livre - Br-Linux
Tutoriais - Viva o Linux
Fóruns - Guia do Hardware
A melhor comunidade feminina, do software Livre - As LinuxChix


O nosso guia supremo, do mundo Linux:


Guia Foca Linux


O máximo do Slackware Linux:


Slackwarenaveia
Slackware-brasil
Slacklife



Como resultado desta cultura de conhecimento livre, temos a maior enciclopédia do mundo, online a Wikpedia em duas versões.


Inglês
Português


Eu pessoalmente colaboro com o BrOffice.org, que é um conjunto de aplicativos para escritório. Com planilha, editor de textos, programa para apresentações, desenho, banco de dados, etc. Eu não sou programador, então disponibilizo alguns arquivos exemplo, do BrOffice.org. Estes arquivos estão disponíveis: no
Escritorio Aberto.


Um detalhe que eu acho particularmente interessante no software Livre é que os programadores, montam os programas de uma maneira, em que tudo o que aparecerá escrito para o usuário, durante a utilização do programa, possa ser separado em um único arquivo, desse modo, traduzir o programa para outra língua, se torna muito fácil, basta traduzir este arquivo - quase todos os programas são poliglotas - Checo, Russo, Chinês, Esquimó-Inuit, Português, etc.



Se você chegou até aqui, parabéns pela sua tenacidade e perseverança, e me perdoe por alongar tanto o assunto.


Eu lhe desejo muitas felicidades!!!


Copyleft (C) 2007 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)