sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Fugindo da Humanidade

Sou humano! Faço parte desta grande família, que usa toda a sua capacidade, na tentativa de produzir sua própria destruição, definitivamente, não posso concordar com isto.
Ultimamente só o que tenho feito é tentar de todas as formas, fugir da humanidade, me sinto cercado por todos os lados.
Ao ligar o radio, ouço uma bela melodia, mas a poesia cantada por ela é somente lamentação, o amor que se foi, saudades do ente querido. Tristezas, apenas tristezas. Cantar apenas a tristeza?.

Penso ir ao cinema, vários em cartaz, uma casa dos horrores, morte, guerra, matança, destruição das boas obras humanas. Quem o fez, não gosta de si mesmo?

Ah! A TV! Quase me esqueço da TV! Más noticias, tragedias expostas, infelicidade alheia devassada, dramas pessoais desrespeitados. Quanta dor!

Encontrar a mãe natureza, nada mais prazeroso, alegria, felicidade, simplicidade, harmonia.

Os golfinhos e sua família, tão felizes, brincalhões, nadar, brincar, soltos na imensidão... Isto é felicidade.

Leões caçam, alimentam a si mesmos e aos seus, nada mais, descansam juntos...

Elefantes, ferozes defensores de sua manada, jamais deixarão um de seus membros para para trás, são mesmo solidários.


Inteligência versus irracionalidade!

Humanidade medonha!
Natureza sábia!
Procurar pela felicidade...


Copyleft © 2008 Sincero Zeferino Filho (OhEremita)

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